Roberta Sta Cruz
Talvez sim e pelo jeito não é nenhuma novidade em terras de Cabral, e como diz um velho ditado popular:

"Nada se Cria, tudo se Copia".

Me veio a imagem de uma de minhas contadoras de história: minha avó, então... "senta que lá vem a história"

Ela dizia que onde ela morava os banheiros eram do lado de fora das casas, vaso sanitário era artigo de luxo naquela época, e que faziam suas necessidades em buracos e davam o nome como brincadeira de "Pombo sem asa", ou será que estou confundindo as histórias, sei lá... só sei que era assim...

Relembrando as aulas de ciências

lembro de ter entendido que as fezes humanas, depois de um determinado tempo, poderia virar excelente adubo...

Nas aulas de matemática aprendemos que: 1+1= 2

Isso mesmo o resultado é dois, pois toda vez que se constroi um vaso seco, são necessários dois vasos para as fezes (cocô)

significa que: o bom e novo "banheiro seco" nada mais é do que a  junção do "pombo sem asas" e a teoria da Professora da quinta série, teorias aperfeiçoadas ao longo do tempo.

De acordo com o WiKipédia:

"Banheiro seco é uma alternativa ecológica ao banheiro comum (que utiliza água para levar os dejetos até centros de tratamento ou diretamente aos arroios e rios).


O banheiro seco não produz maus odores e não consome nada de água. É uma alternativa ecológica por que considera os ciclos naturais. O sistema de banheiro com descarga é um sistema altamente poluidor e gera grandes gastos com encanamentos, tratamento, além de problemas de saúde pública.

Ele parece um banheiro normal, mas as fezes não "somem". Em geral existe um separador de urina, a qual vai para um tanque, e é posteriormente reutilizada como adubo, após tratada. As fezes ficam então secas e é preciso ainda jogar um punhado de serragem sobre elas.

Existem vários modelos de banheiro seco e todos eles são completamente inodoros, quando bem feitos. As fezes podem ser coletadas num grande tonel abaixo da patente (bem vedado) e ao estar cheio, é trocado e o tonel passa por um período de tempo fechado (6 meses) e após isso, mais 6 meses em uma composteira, de onde sai um adubo excelente para árvores frutíferas. Outro modelo é o da rampa, onde as fezes vão rolando e se acumulam numa caixa inclinada, com orientação solar norte, e com uma chaminé por onde saem os gases produzidos na decomposição."

Ou seja, é feio, ocupa muito espaço, não é nada fácil, muito menos agradável em termos de manutenção,aos poucos estão chegando em modelos mais agradáveis; e não podemos deixar de agradecer aos pesquisadores que lutam constantemente para encontrar métodos de solucionar os problemas enfrentados em nosso País.
Enquanto isso podemos improvisar com os modelos acima... 
1 Response
  1. Unknown Says:

    QUE MARAVILHA DE MATERIA ... ADOREI TB TO PESQUISANDO A RESPEITO


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